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Quem me conhece sabe que com comigo, não há impossíveis.

Em 2019, não houve dificuldades ou riscos que eu não estivesse deposto a correr, tudo por aquela recordação da juventude dos noivos.

Comecei por fazer umas imagens diferentes no centro de Lisboa e de repetente gostei de uns azulejos, só que adivinhem eu tinha que ficar no meu do auto estrada. Falei com o casal que eles iam ficar em segurança e eu iria arriscar. A madrinha da noiva nem queria acreditar, o casal trocando caricias e eu na estrada e os carros a buzinarem , com receio que eu fosse atropelado. A madrinha gritava, sempre que via um carro na minha direcção.

 

Mas você pensa que fui só essa aventura, do ano de 2018. Imagine uma praia paradisíaca, visualize essa imagem na sua cabeça casinha de madeira, o caís feito de madeira, uma paisagem deslumbrante.

Agora imagine você ver o seu fotografo em cima de um pau apoiado só numa perna e se cai de uma altura de 3 metros para dentro do mar.

O resultado valeu a pena?

Como não há duas sem três, enquanto prepara alguns pormenores, vi umas árvores que me chamaram atenção, sim e daí…

Pois essas árvores ficavam num precipício de 30 metros de altura, mas eu queria aquele Por do Sol, bem laranja.

Comecei a subir a árvore, como uma criança de maquina as costas e só pensando como chegar no topo da árvore e fazer a tal foto.

 

 

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